segunda-feira, 14 de abril de 2008

do eixo dos mundos ergo uma linha

Do eixo dos mundos ergo uma linha

que me eleva até ao céu

e deixo me lá ficar por alguns segundos

a observar as pendentes emanações da vida

dos olhos verdejantes das florestas

compreendo a linguagem que falam

espíritos da terra e da natureza

são como os rios que correm

fluindo na certeza

de que o homem pertence à terra

e a terra não pertence ao homem


Trinta, Guarda, Fevereiro 2008, poema de Enlaçador Eléctrico


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